Energia e Saúde: É possível fazer esta conta?

É gratificante ver que nos últimos tempos não somente a ciência, como também a mídia em geral, tem explorado com grande importância questões envolvendo energia e saúde. Medicina, biologia e ciências naturais sempre tiveram íntima relação, sendo extensões da química ou bioquímica, que passaram a ser valorizadas, em termos de interação, apenas em tempos mais recentes. Por outro lado ainda observamos certo distanciamento das ciências físicas, em especial as que envolvem eletricidade e campos energéticos, que hoje sabemos compor as bases de todas as formas de vida, afinal somos energia.

Por volta de 1929, Georges Lakhovsky Mark Clement, um físico e engenheiro russo naturalizado francês, publicou a obra intitulada “The Secret Of Life”( O Segredo Da Vida), onde descrevia suas pesquisas envolvendo campos elétricos e suas interferências em nossas células. Como ele mesmo explica todas as células, de todos os organismos vivos, funcionam como um aparelho de ressonância elétrica, capazes de emitir e absorver energia. E é a harmonia entre a propagação deste campo energético, entre todas as células de nosso corpo, que permite nosso perfeito funcionamento.

Neste mesmo período outro pesquisador, Royal Rife, conhecido como um dos maiores cientistas do século passado, ganhador de mais de quatorze prêmios americanos por descobertas científicas, também estudava a influencia de campos energéticos e organismos vivos. Rife desenvolveu um microscópio considerado, até os dias de hoje, como o mais potente, permitindo a visualização de micro-organismos extremamente pequenos. Com o aparelho também foi possível observar as respostas de nossas células quando expostas a frequências de energia.

Ao longo dos anos, o trabalho de pesquisadores como Rife e Lakhovsky, permitiu quantificar e classificar os níveis de energia existentes em nossas células, correlacionando os mesmos com diferentes estados de saúde e patologias. Valores, calculados em milihertz (MHz), foram atribuídos a diferentes estados, comprovando assim a direta relação entre saúde, doenças e a carga elétrica de nossas células (ver quadro). Lakhovsky chegou a desenvolver equipamentos com o propósito de recarregar a então perdida energia de nosso corpo, estando parte deste trabalho publicado em seu livro.

Energia e Saude1

Com o crescimento dos conceitos de física quântica e a evolução da biologia moderna, traduzidos pelo trabalho de Bruce Lipton (A Biologia Da Crença), que provam a ação de campos energéticos, como a força do pensamento, sobre nossas células, estamos cada vez mais próximos do reconhecimento global da medicina em relação ao poder de cura que essas energias invisíveis exercem.

Poderíamos até dizer que estaríamos avançando para a era onde a química seria superada pela física, onde energias, elétricas e magnéticas, poderão ser usadas para o tratamento de doenças e não apenas para a geração de imagens, como a exemplo dos mais sofisticados exames que temos disponíveis hoje em dia.

Sendo assim, da mesma forma que observamos a medicina evoluir em termos de diagnóstico por imagens, gerados por energias, iremos presenciar a chegada de tratamentos que envolvem energia.

Mas o mais interessante destas redescobertas, haja visto terem sido publicadas há quase cem anos, é que poderemos também estar vivenciando uma era onde o sucesso e o custo dos tratamentos serão bem diferentes daqueles que temos hoje. Na verdade o conhecimento e a prática do poder de cura energético gerado pelo próprio corpo será o tratamento mais barato até então conhecido pelo homem.

Estados de saúde e energia das células:

Estado de saúde / Ausência de doenças: 75 a 90 MHz

Funcionamento cerebral ótimo: 72 a 90 MHz

Resfriados: 58 MHz

Infecções por Fungos: 55 MHz

Infecção pelo Virus Epstein Bar: 52 MHz

Câncer: 42 MHz

Inicio do processo de morte: 25 MHz

Morte: 00 MHz

Leia mais:

A Biologia Da Crença, o livro.