Contato com a Terra: O tratamento esquecido!

Como vimos em nossa matéria da semana passada o ser humano foi, em decorrência dos processos de industrialização e crescimento das cidades, modificando o planeta. Mas não somente acumulamos tóxicos em nosso organismo, também fomos perdendo o contato com a natureza.

Fomos, gradativamente, morando cada vez mais longe do solo, esquecendo de andar descalços, de deitar em uma grama, passear pelas areias de uma praia, ou seja, nos preocupamos em aterrar os equipamentos eletrônicos, permitindo o seu fluxo de energia, mas esquecemos que também sofremos a interferência das cargas elétricas que nos circulam no cotidiano.

Como resultado estamos sofrendo de uma das maiores deficiências da história da humanidade, e que não se trata de vitaminas, minerais ou suplementos. Sofremos com a deficiência de elétrons, um dos principais problemas da sociedade moderna.

É que a baixa produção de cargas negativas gera um aumento dos já famosos radicais livres e, como consequência, passamos a sofrer de inflamação crônica, reconhecida atualmente como um dos principais componentes de todas as doenças crônicas e degenerativas.

Manter o contato com o solo permite o aumento destas cargas negativas, através da transmissão de elétrons, que possuem ação antioxidante e anti-inflamatória, gerando efeitos benéficos para o sistema cardiovascular, sangue e sistema nervoso.

Até o ciclo natural de produção de nossos hormônios sofre influência destas cargas elétricas que já foram comprovados em estudos laboratoriais onde o aterramento de pacientes se mostrou eficaz em normalizar os níveis antes desequilibrados.

Processos inflamatórios decorrentes de lesões também podem ter sua evolução de tempo reduzida quando mantemos o contato com o solo permitindo as trocas de elétrons.

Contato com a Terra

De acordo com o Earthing Institue, Estados Unidos, andar descalço por duas horas gera uma mudança imediata na carga elétrica das hemácias, que pode ser comprovado através de microscopia eletrônica.

Para alguns pesquisadores estamos desperdiçando, por falta de conhecimento, um dos melhores tratamentos que existe na natureza, e completamente sem custo, o contato com a terra.

Mas é também importante reconhecer o que diminui nossa carga de elétrons: as águas com flúor, refrigerantes, bebidas contendo cafeína, álcool, alimentos processados, alimentos cozidos, banho com água muito quente, secador de cabelo, escova de dente elétrica e demais aparelhos elétricos usados próximos ao corpo.

Sabemos que uma boa parte fazem parte de nossa rotina e que provavelmente seria difícil vivermos sem, mas muitos podem ter seu uso reduzido, assim como vários outros eliminados.
E assim como adotados o hábito da prática regular de uma atividade física também poderíamos valorizar o contato diário com a Terra, afinal de contas é ela quem, independente da forma como a tratamos, ainda permite nossa existência e fornece o necessário para nossa saúde, incluindo os elétrons.