Forno de microondas e saúde

Microondas é uma forma eletromagnética de energia, ocupando espectro de força e energia semelhantes às ondas de luz e rádio. São ondas curtas e de altíssima velocidade.

Fornos de microondas possuem em seu interior um tubo de magnetron. A energia elétrica, na forma de uma corrente alternada (alta e baixa tensão), muda de polaridade de positivo para negativo a cada ciclo. Em termos práticos isso quer dizer que em um forno de microondas esta polaridade muda bilhões de vezes por segundo.

O princípio de cozimento dos alimentos ocorre então pela alteração das moléculas no interior do forno que, por fricção e agito, decorrentes desta mudança de polaridade, produzem calor.

A ideia de usar microondas para cozinhar alimentos foi concebida por Percy Spencer que trabalhava fabricando magnetrons para aparelhos de radar. Totalmente ao acaso, trabalhando num aparelho de radar ativo, Percy observou que uma barra de chocolate que tinha no seu bolso havia derretido.
Não demorou muito para que a empresa em que Percy trabalhava, Raytheon, patenteasse a descoberta e em 1947 o primeiro forno de microondas comercial, o Radarange, fosse construído. Tinha 1,70 m de altura e pesava 340 kg. Produzia 3000 watts, aproximadamente três vezes a quantidade de radiação produzida por fornos de microondas atuais.

Na antiga União Soviética o emprego das microondas chegou a fazer parte projetos para a fabricação de armas militares, tanto que o uso de fornos de microondas em residencias foi proibido em 1976, por tratar-se de tecnologia militar.

As normas técnicas que envolem o uso de fornos de microondas referem-se sempre aos riscos de vazamentos das ondas magnéticas, já que as mesmas são extremamente danosas para nosso organismo, incluindo câncer, infertilidade e catarata, entre vários outros.

Forno de microondas e saude 3

Ao longo dos anos inúmeros trabalhos tentaram alertar para os riscos ligados ao consumo de alimentos preparados com as microondas. Em estudo publicado na revistas Lancet, em 1989, a Dra Lita Lee atestava que fórmulas para bebês preparadas utilizando-se as microondas tinham seus nutrientes alterados para formas não biologicamente ativas. Em alguns casos, como o do aminoácido L-prolina, a conversão pelas microondas gerara um isômero, a d-prolina, considerada tóxica para o sistema nervoso e rins.

Em 1991 o medico suíço Dr Hans Ulrich Heter publicou um estudo comparando os efeitos do cozimento de alimentos preparados em fornos de microondas e fornos convencionais. Alteração dos linfócitos, células da imunidade, e da hemoglobina, foram achados observados em pacientes que fazia uso regular das microondas.

Em estudo realizado pelo governo espanhol, na cidade de Murcia, em 2003, ficou comprovada a perda de 97% das substâncias ativas presentes em frutas e vegetais responsáveis pela a prevenção de doenças coronariana, quando tais alimentos eram expostos às ondas.

Infelizmente os efeitos da exposição de alimentos nos forno de microondas chegam a ser incomensuráveis, já que estamos falando de uma soma de efeitos térmicos, fricção, reversão de polaridade, produção de isômeros e efeitos ditos não térmicos, que englobam as alterações qualitativas das células.
De acordo com o médico Dr Sérgio Puppin, autor do livro “Doenças cardiovasculares, verdades e mitos”, várias são as alterações encontradas em diversos alimentos preparados com as microondas.

Forno de microondas e saude 2

Efeitos nocivos das microondas sobre os alimentos e o organismo humano:

• Carnes produzem compostos cancerígenos, como as d-nitrosodieno-tanolaminas;

• Leite e cereais também produzem substâncias cancerígenas;

• Descongelar frutas transforma seus açucares em substâncias cancerígenas;

• As alterações estruturais dos alimentos fazem com que os mesmos percam de 60% a 90% do seu valor nutritivo;

• Vegetais e raízes convertem seus alcaloides em substâncias cancerígenas;

• O uso contínuo das microondas altera a produção de hormônios, principalmente nas mulheres, intervindo no sistema imunológico e, principalmente, no sistema linfático;

• A ingestão contínua de alimentos preparados em fornos de microondas produzem alterações nos impulsos cerebrais, com danos em suas estruturas. Perda de memória, concentração, inteligência e instabilidade emocional são consequências da despolarização do cérebro;

• Perda acumulativa da energia vital de humanos, animais e plantas, dentro de um raio de quinhentos metros de um forno de microondas;