Glândula pineal: o nosso terceiro olho?

A conceituação antropológica de um xamã envolve a ideia de uma espécie de médico, curandeiro, sacerdote e conselheiro. Sua prática nos remete a povos do leste da Sibéria, partes da China, Mongólia e até à região da floresta amazônia.

Responsáveis por desempenhar o papel de líderes espirituais com funções e poderes de natureza ritualística, mágica e religiosa que teriam a capacidade de, por meio de êxtase, manter contato com o universo sobrenatural e com as forças da natureza.

Em sua prática seria possível alcançar um estado alterado de consciência de modo a encontrar e interagir com o universo espiritual e canalizar essa energia para esse mundo em que vivemos.

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Muitas pesquisas vêm sendo feitas em busca de explicações científicas quanto aos efeitos obtidos nesses rituais onde utiliza-se uma mistura de um cipó com folhas de um arbusto amazônico que alteram os mecanismos de neurotransmissão cerebral causando experiências “místicas”.

O Dr. Draulio de Araujo, pesquisador da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, vem conduzindo um estudo no qual analisa as imagens do cérebro de usuários experientes evidenciando que essa mistura ativa o córtex visual primário, que tem papel fundamental na visão.

Os experimentos mostraram que os usuários estimularam áreas correlacionadas à recuperação de memórias biográficas e a imaginação de eventos futuros transformando as experiências internas em visões próximas da realidade dada a ativação do córtex visual primário.

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Embora muito já se tenha avançado no estudo da mente humana, ainda estamos longe de ter explorado totalmente o assunto. Um exemplo disso é uma pequena glândula endócrina, localizada no centro do cérebro, a glândula pineal.

Para muitos pesquisadores ela seria o “terceiro olho”, funcionaria como uma verdadeira antena espiritual, nos conectando a um plano extra físico, ou espiritual, intimamente responsável por fazer-nos atingir diferentes níveis de consciência.

Coincidentemente, ou não,de acordo com os hindus, a glândula pineal está localizada no sexto chakra e tem sido considerada há séculos o olho da mente ou o olho do intelecto e da intuição.

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A sincronia entre o estudo racional e científico da ciência com os ensinamentos milenares dos xamãs, hindus e indígenas possuem mais informações para trocar do que podemos imaginar. Essa soma de ensinamentos que se complementam deve ser analisada com muito respeito e seriedade, de forma a gerar muitos frutos para a saúde mental, física e social da humanidade.

Como Poderíamos Melhorar o seu Funcionamento?

Assim como todo o nosso corpo, a glândula pineal também está suscetível aos nossos hábitos. A chamada “calcificação” da pineal pode ocorrer simplesmente com a água fluorada, cujos aspectos danosos já foram abordados em detalhes nessa coluna.

Um passo importante para “descalcificar” a glândula pineal começa com a eliminação do fluoreto da dieta, pois ele é atraído magneticamente à glândula pineal, além de contribuir no depósito de metais pesados no corpo, outro aspecto também já muito explorado nesse nosso espaço.

Além da eliminação do fluoreto existem certos suplementos que podem auxiliar no funcionamento dessa importante glândula. A seguir selecionamos alguns deles, os quais devem ser consumidos sempre sob avaliação e orientação médica: Óleo de peixe orgânico, chocolate puro, ácido cítrico, alho, óleo de orégano, Vitaminas K1 e K2, Melatonina, Iodo, Tamarindo, Boro e Melatonina.

Sexo, música e o poder da autocura

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Autora do livro “Mind Over Medicine”, a Dra Lissa Rankin afirma que a meditação e a manifestação de sentimentos como compaixão, gratidão, amor e sexo ativam mecanismos de autocura em nosso organismo.

Pesquisadores também descobriram que quanto mais atividade sexual, maior o estímulo de crescimento de células nervosas e da redução na liberação de hormônios correlacionados ao estresse. Os resultados foram obtidos utilizando-se novas tecnologias de imagem que comprovaram os efeitos benéficos do sexo.

E não é só o sexo que pode melhorar o nosso funcionamento. São muitos os cientistas alegando que as ondas (como a luz, o som, o rádio) podem alterar o DNA e influenciar diretamente a nossa biologia. Recentemente o Russo Pjotr Garjajev, biofísico e biólogo molecular, juntamente com alguns colegas, avaliaram o efeito das ondas sobre o comportamento do DNA e conseguiu comprovar que nosso código genético responde à frequências energéticas, resultando em alterações na sua estrutura original.

Assim como o mundo moderno nos expõe a ondas nocivas, como aquelas provenientes dos campos eletromagnéticos que comprovadamente desorganizam a cromatina e trazem prejuízo ao DNA, também poderíamos nos beneficiar de ondas boas como as obtidas, por exemplo na cromoterapia, musicoterapia, que comprovadamente têm bons resultados.

Por serem menos visíveis que as ondas de um laser, por exemplo, podem ter sua eficácia minimizada pelo observador mais cético, que necessita da materialidade do experimento, muito embora possa se convencer dos efeitos do laser, que também se manifesta através de ondas.

É mais ou menos assim que em um ambiente invisível para a visão humana acontecem as interações das ondas com o nosso DNA, com a nossa energia vital, que não está sujeita apenas à nutrição e toxidade dos alimentos, mas também a outras formas de energia.

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